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Tag: Ricardo Malheiro

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Cenas do filme «Pão Nosso» de Armando de Miranda

 

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(Partitura de uma canção do filme e cenas do filme «Pão Nosso»

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O argumento de «Pão Nosso»

 

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Argumento: Um casal distinto e viajado, vai viver para uma herdade no Alentejo, que adquiriu casualmente, para recuperar duma vida vazia sem atrativos. Aí, António de Figueiredo tem um incidente com uma jovem ceifeira, Teresa, cujo equívoco alimenta a vingança do marido, Joaquim, um camponês que eventualmente salvará a mulher de António, Maria Isabel, das garras de Jorge Meneses, um sedutor amigo da casa.

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Distribuição artística do filme «Pão Nosso»

 

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Intérpretes: Leonor D'Eça - Maria Isabel / António de Sousa - António Figueiredo / Paiva Raposo - Joaquim / Selénio Calheiros - Jorge Meneses / Luísa Melanie - Teresa e ainda: Silvestre Alegrim; Emília de Oliveira; Carlos Flores; Mariana Alves; Carlos Alves; Henrique Campos... Realização - Armando de Miranda / Produção - Hamílcar da Costa / Fotografia - Salazar Diniz / Música - Jaime Mendes / Curiosidades: Baseado na obra de Gentil Marques e Leão Penedo. Duração aproximada: 94 mn. P/B Ano de produção: 1940

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Curiosidades sobre o filme «Pão Nosso»

 

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Curiosidades: Este filme chegou até aos nossos dias incompleto e sem som. O filme era ambientado no Alentejo, terra natal do realizador e tinha argumento de Gentil Marques e Leão Penedo. O filme começou a ser produzido em 1938, mas algumas dificuldades técnicas atrasaram as filmagens e o filme só ficou pronto em 1940.

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Os intérpretes de «Pão Nosso»

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Do elenco faziam parte Leonor D’Eça, António de Sousa, Luísa Melanie, que se estreava, Paiva Raposo, Selénio Calheiros, Silvestre Alegrim, Emília de Oliveira, Carlos Alves e Ricardo Malheiro, tendo algumas das numerosas canções que o filme incluía sido interpretadas por Mariana Alves, Luís Piçarra e António Vilar. Estreia-se no Éden, a 12 de junho de 1940.

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Apontamentos críticos sobre o filme «Os Fidalgos da Casa Mourisca» – continuação

900 «Os Fidalgos da Casa Mourisca», estamos convencidos, vai fazer carreira. O público acorrerá e não terá dificuldade em reconhecer, nas personagens, as figuras da história que o maravilhou em longos serões, e que o fez chorar no teatro, nos bons tempos em que Brazão era «D. Luís», José Ricardo o «Tomé da Póvoa» e Ilda Stichini a «Berta». Voltará a emocionar-se na cena do jantar, na visita de D. Luís ao adormecido quarto da filha, na retratação do fidalgo perante o seu antigo servidor. E desta vez não sairá de lá furioso por lhe terem iludido a espectativa de poder servir de «ponto», na sequência das cenas, à vizinha do lado que nunca tenha lido o romance famoso de Júlio Dinis. Crítica extraída da revista «CINE JORNAL» de 1938. 1120
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O elenco de «A Revolução de Maio»

42O filme «A Revolução de Maio» tinha por protagonistas dois estreantes, Maria Clara e António Martinez, do seu elenco participavam também, Emília de Oliveira, Alexandre de Azevedo, Clemente Pinto, Francisco Ribeiro (Ribeirinho) que fazia a sua estreia no cinema, Luís de Campos, José Gamboa, Eliezer Kameneski e Ricardo Malheiro. A estreia de «A Revolução de Maio» realizou-se no Tivoli, em récita de gala com a assistência do Presidente do Conselho, a 6 de Junho de 1937. 48
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«A Revolução de Maio» estreia a 6 de Junho de 1937

41Ano 1937. António Ferro — que sabia, como ninguém, detectar talentos — desafia António Lopes Ribeiro a rodar uma Película sobre a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926, a fim de Comemorar os seus 10 anos. O Argumento é escrito por António Lopes Ribeiro e pelo próprio António Ferro (com os pseudónimos de Baltazar Fernandes e Jorge Afonso, respectivamente) e terá a produção assegurada pelo Secretariado de Propaganda Nacional. Com este filme observa-se o início da participação efectiva do Estado na produção de filmes, pois é justamente a partir de então, pode-se dizer, que passamos a ver, com certa frequência organismos oficiais lançarem-se na realização de filmes próprios.

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