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Tag: Rafael Marques

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«O Trevo de Quatro Folhas» o primeiro filme de 1936

 

Após um ritmo escasso de um filme por ano, em 1936 o estúdio da Tobis Portuguesa vê dois produtores utilizarem as suas instalações e servirem-se das aparelhagens de com que, pode-se dizer, acabava de ser completamente apetrechado. Chianca de Garcia, que havia tentado já a direcção cinematográfica no tempo do «silencioso» com «Ver e Amar», e que em «A Canção de Lisboa» seguira de muito perto a produção do filme, tem ensejo de dar o seu primeiro passo como realizador de fonofilmes ao dirigir «O Trevo de Quatro Folhas», produzido quase exclusivamente com capitais portuenses, através duma casa distribuidora de Lisboa.

 

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Rafael Marques

rafael marques O actor Rafael Marques nasceu em Lisboa a 31 de Janeiro de 1885. Inicialmente matriculou-se na Escola do Exército com o objectivo de singrar na carreira militar. Mas com 16 anos de idade decide abandonar o exército para aventurar-se no mundo do circo. Viajou bastante por todo o mundo como artista de circo, principalmente trabalhado como faquir. Até que em determinada altura decide tentar a sorte como actor. Estreia-se no dia 4 de Novembro de 1904, no Teatro D. Amélia, com a peça «Gilberta». Seguem-se peças tais como: «Hamlet»; «Viagens de Gulliver»; «O cardeal» entre outras. No cinema participa nos filmes: «O Comissário de Polícia» em 1912; «Quando o Amor Fala» em 1921; «O Centenário» em 1922 e «Mulheres da Beira» em 1923. Morre em Lisboa em 1939. rafael marques2
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O filme «Os Faroleiros» destaca-se nas produções de 1922

 

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Nesse mesmo ano, de 1922, produzem-se os filmes «Tempestades da Vida» de Augusto de Lacerda, interpretado pelos actores Augusto de Lacerda, Brunilde Júdice, Fernanda Pereira, Duarte Silva e Aldina de Sousa. Segue-se o filme «Os Faroleiros» do francês Maurice Mariaud. Este realizador é contratado pela «Caldevilla Film» em 1922 para dirigir este filme cuja história incidia sobre um triângulo amoroso, vivida numa aldeia de pescadores, culminando num farol do litoral. Nos intérpretes surgiam entre outros os nomes de Maria Sampaio e Castro Neves. Os restantes filmes foram «Sereia de Pedra», produção da «Fortuna Film», adaptado do romance «Obra do Diabo» de Virgínia de Castro e Almeida. A realização coube a Roger Lion. Segue-se o filme «O Rei da Força» realizado por Ernesto de Albuquerque e protagonizado por Rui Cunha, Amélia Perry, Lina de Albuquerque, Duarte Silva, Maria Sampaio entre outros. «O Centenário» foi realizado pelo autor teatral Lino Ferreira, baseado numa peça escrita pelos famosos irmãos Quintero. O elenco era de primeira linha, com os nomes sonantes de Ilda Stichini, José Ricardo, Joaquim Costa, Rafael Marques e Jorge Grave. A terminar o ano, surgia a primeira versão do famoso romance de Júlio Dinis, «As Pupilas do Sr. Reitor».

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Os filmes de 1921

49 Seguiram-se os filmes «Quando o Amor Fala», novamente da Invicta e realizado por George Pallu. Na interpretação os artistas: Duarte Silva, Maria de Oliveira, Maria Campos e Rafael Marques. «Quando o Amor fala» era uma despretensiosa comédia de curta-metragem e de pouco valor artístico e técnico. Seguiu-se «A Morgadinha de Val Flor», filme produzido pela «Lisboa Film» e dirigido por Ernesto de Albuquerque, que simultaneamente assinava a fotografia. O papel de Morgadinha era interpretado por Auzenda de Oliveira. Seguiam-se os actores Augusto de Melo, Erico Braga, Maria Sampaio, Mário Santos, Maria Pia de Almeida e Arthur Duarte, que aqui se estreava no cinema.  A última produção de 1921 foi «A Velha Gaiteira», filme com Emília de Oliveira, Otelo de Carvalho, Carlos Machado, Isaura Rocha e João Ataíde.
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