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Tag: Porto de Abrigo

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Mais cenas do filme «Porto de Abrigo»

 

Elisa Carreira e António de Sousa

Graça Maria, Óscar de Lemos e Igrejas Caeiro

Barreto Poeira e Elisa Carreira

António de Sousa, Graça Maria e Igrejas Caeiro

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Cenas do filme «Porto de Abrigo»

 

Elisa Carreira em duas cenas do filme «Porto de Abrigo»

Barreto Poeira e Virgínia Soler

Patrício Álvares e figurantes

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Óscar de Lemos canta a «Canção do Pescador» no filme «Porto de Abrigo

 

«Canção do Pescador» interpretado por Óscar de Lemos com letra de Patrício Álvares e música de António Melo. «Nossa Senhora que é mãe, até esquece as suas mágoas, a velar sempre por quem, anda por cima das águas. Na labuta desta vida, tão rude no seu penar, que até leva de vencida, a própria força do mar. Olha o mar como é direito, canta e pula satisfeito, parece que anda satisfeito. Às vezes ralha matreiro, mas é sempre o companheiro, que dá o pãozinho à gente. Lança a gente a rede ao mar, pra vir peixe de roldão, e na rede dum olhar, um homem agarra um peixão. Que isto de peixe e mulher, seja lá pelo que for, é sempre um bem se vier, à rede dum pescador. Olha o mar como é direito, canta e pula satisfeito, parece que anda satisfeito. Às vezes ralha matreiro, mas é sempre o companheiro, que dá o pãozinho à gente. Certas mulheres doutra raça, são aves de arribação, não fazem ninho, e à desgraça, é que partem com a menção. São bateis que não fundeiam, porque a fateixa é pequena, e o vento, se acaso a arreiam, faze-as mudar de querena. Olha o mar como é direito, canta e pula satisfeito, parece que anda satisfeito. Às vezes ralha matreiro, mas é sempre o companheiro, que dá o pãozinho à gente.

 

 
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Os intérpretes de «Porto de Abrigo»

 

Intérpretes Elisa Carreira - Sónia Virgínia Soler - Rosa Graça Maria - Maria da Graça Maria Emília Vilas - Senhora Marta Barreto Poeira - Tenente Dolle Igrejas Caeiro - Jorge Óscar de Lemos - António Alcobia Santos - Olga e ainda: António de Sousa; Patrício Álvares; Jaime Zenóglio; Celestino Soares... Realização - Adolfo Coelho Produção - Lisboa Filme Argumento - Adolfo Coelho Fotografia - Salazar Diniz Música - Jaime Silva Filho Duração aproximada: 87 mn. P/B Ano de produção: 1940

 

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O argumento de «Porto de Abrigo»

Argumento: Sónia, uma aventureira, refugia-se em Portugal. A paz e a doçura contagiam-na deixando-se cativar. Chega a pensar que poderá encontrar aqui a calma e, até, o amor. Mas a trama em que se envolvera, respeitando à invenção duma perigosa arma secreta, o raio da morte, cuja posse é disputada por duas potências inimigas, forçam-na a seguir o seu destino, incompatível com a felicidade da nossa gente.  
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«Porto de Abrigo» o primeiro filme da Lisboa Filme

Primeira produção de grande metragem da Lisboa Filme, que até aí se limitara a alugar as suas instalações aos produtores independentes, orientação que, mais ou menos, continuaria depois a seguir, Porto de Abrigo, que teve António Salazar Dinis como operador, Mário Costa como decorador e Jaime Silva Filho e António Melo como autores da música e das canções, incluía na distribuição os nomes de Barreto Poeira, Elisa Carreira, Igrejas Caeiro, Graça Maria, uma jovem que se estreava no cinema, Óscar de Lemos e Patrício Álvares. Teve a sua estreia no Tivoli, a 27 de janeiro de 1941.
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«Porto de Abrigo» em clima de espionagem

 

Escritor conquistado pelos assuntos de ambiente de espionagem e de temas internacionais, em que a sua obra literária é pródiga, não custa a crer que, ao ser-lhe cometido o encargo da direção de um filme de fundo, a sua predileção por tais assuntos levasse Adolfo Coelho a escolher e a escrever um argumento desse tipo. E assim, nasceu Porto de Abrigo, a que o clima de guerra que então o mundo vivia, e que no argumento aflorava, contribuía para mais acentuar ainda o seu carácter de atualidade.  
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Adolfo Coelho - o realizador de «Porto de Abrigo»

 

O filme «Porto de Abrigo» é realizado por um homem que no domínio da curta metragem ocupava já um lugar bem à parte, tal a atividade empreendida, nesse campo, através duma repartição do Estado, a Direção Geral dos Serviços Agrícolas, onde a partir de 1929, o seu nome aparece a assinar a realização de filmes com nítido caracter de especialização.

 

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«Porto de Abrigo» o primeiro filme de espionagem português

 

 

Adolfo Coelho foi um importante escritor de obras de mistério, policiais e espionagem, universo esse que esteve na origem da sua única longa-metragem de ficção, PORTO DE ABRIGO, realizada em 1940 e estreada no início de 1941, intriga internacional desenrolada em Lisboa, que tinha a Segunda Guerra Mundial como pano de fundo. Mas a carreira cinematográfica de Adolfo Coelho decorreu sobretudo no campo do documentário e, especificamente, no filme de temática agrícola, género de que foi o mais importante e prolixo realizador em Portugal. Funcionário do Ministério da Agricultura, fundou e dirigiu a partir de 1929 os Serviços Cinematográficos do mesmo ministério (um dos organismos cinematográficos do Estado de maior longevidade), para os quais realizou dezenas de documentários nas décadas de trinta e quarenta. Esses documentários tinham como objectivo alertar os agricultores para as melhores práticas agrícolas, ao mesmo tempo que estimulavam os consumidores a comprar preferencialmente produtos agro-pecuários portugueses. Este seria o único exemplo de um filme de espionagem no cinema português.  
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