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Tag: Mariana Alves

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O argumento de «Pão Nosso»

 

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Argumento: Um casal distinto e viajado, vai viver para uma herdade no Alentejo, que adquiriu casualmente, para recuperar duma vida vazia sem atrativos. Aí, António de Figueiredo tem um incidente com uma jovem ceifeira, Teresa, cujo equívoco alimenta a vingança do marido, Joaquim, um camponês que eventualmente salvará a mulher de António, Maria Isabel, das garras de Jorge Meneses, um sedutor amigo da casa.

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Distribuição artística do filme «Pão Nosso»

 

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Intérpretes: Leonor D'Eça - Maria Isabel / António de Sousa - António Figueiredo / Paiva Raposo - Joaquim / Selénio Calheiros - Jorge Meneses / Luísa Melanie - Teresa e ainda: Silvestre Alegrim; Emília de Oliveira; Carlos Flores; Mariana Alves; Carlos Alves; Henrique Campos... Realização - Armando de Miranda / Produção - Hamílcar da Costa / Fotografia - Salazar Diniz / Música - Jaime Mendes / Curiosidades: Baseado na obra de Gentil Marques e Leão Penedo. Duração aproximada: 94 mn. P/B Ano de produção: 1940

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Curiosidades sobre o filme «Pão Nosso»

 

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Curiosidades: Este filme chegou até aos nossos dias incompleto e sem som. O filme era ambientado no Alentejo, terra natal do realizador e tinha argumento de Gentil Marques e Leão Penedo. O filme começou a ser produzido em 1938, mas algumas dificuldades técnicas atrasaram as filmagens e o filme só ficou pronto em 1940.

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Os intérpretes de «Pão Nosso»

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Do elenco faziam parte Leonor D’Eça, António de Sousa, Luísa Melanie, que se estreava, Paiva Raposo, Selénio Calheiros, Silvestre Alegrim, Emília de Oliveira, Carlos Alves e Ricardo Malheiro, tendo algumas das numerosas canções que o filme incluía sido interpretadas por Mariana Alves, Luís Piçarra e António Vilar. Estreia-se no Éden, a 12 de junho de 1940.

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«Pão Nosso» marca a estreia de Armando de Miranda na realização

 

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Armando de Miranda, que assinara já a realização de alguns documentários, faz este ano, com «Pão Nosso», a sua estreia no campo da realização de filmes de fundo. Baseado no romance homónimo de Gentil Marques e Leão Penedo, e com a ação localizada no Alentejo, «Pão Nosso» tem como autor da planificação e dos diálogos o próprio realizador. A fotografia é de Salazar Dinis, com a colaboração, em vários exteriores, de César de Sá. Jaime Mendes é o autor da música e a António Vilar, assistente-geral do filme, cabem ainda a autoria dos “décors” e os trabalhos de caraterização. A montagem pertence a Armando de Miranda e a Sousa Santos, assistidos por Regina Fróis.  
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Fotos do filme «Gado Bravo» II

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(Raul de Carvalho e Olly Gebauer)

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(Foto do filme)

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(Raul de Carvalho e Arthur Duarte)

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O elenco de «Gado Bravo» - Parte II

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(Siegfried Arno)

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(Alberto Reis)

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(Mariana Alves)

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(Armando Machado)

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Observações sobre o filme «Gado Bravo»

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Os jornais da altura diziam o seguinte do Filme: "o filme que fala ao sentimento nacional", "um hino triunfante", um filme familiar porque nosso, passado no nosso ambiente, "a bela paisagem da nossa terra", "a Canção portuguesa da alma Ribatejana", "as ardentes paixões da gente lusitana", "o filme dos nossos costumes, dos fados e dos campos".

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Curiosidades sobre o filme «Gado Bravo»

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Uma curiosidade interessante, pois foi a primeira vez que aconteceu na história do Cinema Português, é que poucos dias após a sua estreia no Tivoli, um dos colaboradores do filme, o poeta António Botto, autor das letras das seis canções que compunham o filme, moveu uma queixa nas autoridades contra os responsáveis do filme, alegando terem feito alterações numa das músicas por si criadas. O filme teve que ser retirado de Cartaz, até que alguns meses depois, o Supremo Tribunal de Lisboa por um despacho do Juiz Dr. Vasco Borges mandou levantar a apreensão ordenada, e o filme voltou às telas. Escusado será dizer, que toda esta publicidade suscitou curiosidade e fez com que o público corresse às salas para verem o filme.

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As filmagens de «Gado Bravo» prosseguem

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As primeiras voltas de manivela efectuaram-se em meados de Maio, em Valada do Ribatejo, tendo antes de a equipa se fixar por largo período em Vila Franca de Xira, sido filmadas várias passagens com Lisboa por quadro de acção. As filmagens prolongaram-se por cerca de quatro meses. A 5 de Novembro é filmada no Campo Pequeno, em Lisboa, a famosa sequência da Tourada. A praça estava repleta de figurantes, que tinham acedido ao convite efectuado pelas revistas e jornais da época para o efeito. Filmados os exteriores em Portugal, realizaram-se em Paris, no estúdio da Tobis, em Épinay, as cenas de interior, como foi naquela cidade que se gravou o diálogo que não tinha sido registado directamente em Portugal, assim como a partitura musical, da autoria do Prof. Luís de Freitas Branco, que em «Gado Bravo» fazia a sua estreia em trabalhos para o cinema, e de Hans May, o conhecido compositor, que assinara numerosos números musicais saídos dos estúdios da UFA.

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