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Tag: Maria Emília Vilas

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Em 1940 é editado o livro «A História de João Ratão»

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O elenco do filme «João Ratão»

Intérpretes: Óscar de Lemos - João Ratão / Maria Domingas - Vitória / António Silva - Teotónio / Manuel Santos Carvalho - Manuel da Loja / Teresa Casal - Manuela / Costinha - Bonifácio / Álvaro de Almeida - Diogo / Filomena Lima - D. Carolina / António Maia - Tenente Resende / Aida Ultz - Mlle Frou-Frou / Fernanda de Sousa - Helena / Maria Emília Vilas - Mãe Rosa e ainda: Silva Araújo; Artur Rodrigues; José Malveira... Realização - Jorge Brum do Canto / Produção - Tobis Portuguesa / Diálogos - João Bastos / Planificação - Fernando Fragoso / Fotografia - Aquilino Mendes / Música - António Melo e Jaime Silva Filho.
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A história do filme «João Ratão»

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Argumento: João Ratão é um dos muitos jovens portugueses mobilizados para combater na I Guerra Mundial, na batalha da Flandres. Para trás, na sua aldeia do vale do Vouga, João Ratão deixou a sua noiva, Vitória, com quem troca apaixonadas cartas de amor, que enlevam todos os seus vizinhos, que para mais o consideram um herói. Quando finalmente regressa a casa, é recebido com uma grande festa, apenas perturbada pelas histórias que chegam de França que ameaçam o seu noivado com Vitória. E quando um dia chega à aldeia uma francesa...

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(Fotos de cima: 1) Óscar de Lemos ao lado de Maria Domingas, Silva Araújo e Emília Vilas; 2) Álvaro de Almeida em pé e António Silva, Costinha, Manuel dos Santos Carvalho e Filomena Lima sentados; Fotos de baixo: ambas vê-se Óscar de Lemos ao lado de Maria Domingas)

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Curiosidades sobre o filme «João Ratão»

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Como curiosidade, e como a primeira parte do filme era passado na 1ª Guerra Mundial, onde João Ratão tinha ido para lutar, foram construídos nos estúdios da Tobis Portuguesa, um abrigo subterrâneo, uma trincheira e as linhas alemãs. Já na segunda parte do filme e após o regresso de João à sua aldeia, ele vai trabalhar como madeireiro, para o efeito as filmagens da Faina dos madeireiros tinha lugar no Vale do Vouga. O filme teve tanto sucesso que se manteve em cartaz durante 10 semanas consecutivas. «João Ratão» estreou-se no São Luís, a 29 de Abril de 1940.

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 (Foto 1 e 2 Óscar de Lemos; Foto 3 António Silva e Manuel dos Santos Carvalho; Foto 4 Álvaro de Almeida e António Silva)
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A equipa Técnica do filme «João Ratão»

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Na longa lista dos colaboradores diretos da obra estão incluídos Aquilino Mendes, que soube servir o filme com excelente fotografia, mormente nos lindíssimos exteriores do Vale do Vouga, onde grande parte da ação decorria; António Melo e Jaime Silva Filho, autores da música; o arquiteto Raul Faria da Fonseca, responsável pelas construções para o filme, entre as quais se destacavam, pela sua amplitude, uma aldeia beirã, erigida em locais anexos aos estúdios da Tobis Portuguesa, em cujo estúdio o filme se realizou; Arthur Duarte como Diretor de cena; Fernando Garcia, assistente de realização; Antero Faro, assistente geral e como caraterizadores, Fernando Barros e António Vilar.

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«João Ratão» a segunda realização de Brum do Canto

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«João Ratão» foi levado à tela por Fernando Fragoso, especialista no difícil e importantíssimo sector da adaptação cinematográfica, e pelo próprio realizador, Jorge Brum do Canto, que foram, assim, os autores da adaptação cinematográfica, os quais se viram forçados a alterar sensivelmente o esquema da peça por forma a torná-la convenientemente cinematográfica, embora com a preocupação naturalíssima de manterem, tanto quanto possível, o entrecho de «vaudeville» e, sempre, o espirito da obra teatral donde provinha. «João Ratão» apresenta-se como o segundo trabalho diretivo de Jorge Brum do Canto. 1017
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«João Ratão» o primeiro filme da década de 40

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O ano de 1940 apresenta no seu ativo três produções - «Feitiço do Império», «João Ratão» e «Pão Nosso». «João Ratão», a peça célebre da parceria de João Bastos, Ernesto Rodrigues e Félix Bermudes, e que tinha sido um dos mais extraordinários êxitos do teatro musicado vinte anos antes, interpretada pelo grande Estevão Amarante e levada à cena pela primeira vez no teatro Avenida, em Lisboa, a 23 de Janeiro de 1920, andara durante muito tempo, como é compreensível, nos planos da produção portuguesa, mas é só neste ano que tem finalmente a sua transposição cinematográfica.

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Programa do filme «A Canção da Terra»

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Critica da época ao filme «A canção da Terra» – continuação

24 No cenário majestoso de Porto Santo, ilha escalvada em pleno Atlântico, Brum do Canto focou o problema angustiante da terra, através de uma história de amor, tão violenta como o clima, feito de contrastes e de convulsões. E Aquilino Mendes, um novo também, irmão gémeo de Brum do Canto no sonho que os irmanou, soube fotografar primorosamente os campos sedentos, o céu cor de cinza, as penedias calcinadas pelo sol, e dar-nos depois a outra face da natureza, a terra que ri, depois das primeiras chuvas, o céu que se abre em cataratas, o mar que ruge baixinho numa calma passageira, cuja duração ninguém pode prever. Elsa Rumina e Barreto Poeira são os protagonistas. Têm neste filme os seus primeiros papéis no cinema. E com que sinceridade vivem as suas figuras humaníssimas, tocadas de um sopro de poesia rustica, e daquele sentimentalismo, feito de amor e singeleza, que é apanágio dos portugueses. Todos os intérpretes são estreantes, nunca até aqui haviam pisado o palco ou enfrentado a câmara. E é por isso que, sem nomes de cartaz, e sem um título atrás de si, «A Canção da Terra» se alguma coisa constituir, constitui-o por si própria, sem arrimos nem bordões.  
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Critica da época ao filme «A canção da Terra» - continuação

760 «A Canção da Terra» é um filme notável, realizado por um novo, que se soube rodear de gente nova, animados da vontade de fazer uma obra que se impusesse, a todos os títulos. É uma concretização de um sonho plenamente realizado, um triunfo absoluto para quantos nele intervieram. Jorge Brum do Canto marca dum golpe, o seu talento de realizador. Razão tinham aqueles que nele depositaram fundadas esperanças. Brum do Canto tem o cinema nas veias. Domina as situações, com beleza plástica, dentro das mais puras regras cinematográficas. O filme é cinema, do princípio ao fim, cinema que vence e convence.
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