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Tag: João Villaret

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Vasco Santana regressa ao cinema com «O Pai Tirano»

 

Vasco Santana esteve 8 anos longe dos ecrãs de cinema, não porque não fosse talentoso, mas sim porque a sua grande paixão era pelo teatro. Assim, ele regressa ao cinema com um papel à sua altura, o do Mestre Santana, de dia caixeiro do Grandela, e de noite encenador de um grupo de teatro amador, os grandelinhas, onde treinam a nova peça "O Pai Tirano, ou os últimos dos Almeida". As cenas em que Vasco Santana entra, não podiam ser mais hilariantes, a crítica e o público rendia-se ao seu enorme talento. É graças a estes filmes que as gerações actuais podem ver o que era um grande actor.
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O argumento de «O Pai Tirano»

ARGUMENTO: Tudo está a postos para representação do Grupo de Teatro do Armazém do Grandela, "os Grandelinhas", com a peça "O Pai Tirano". Chico Mega, um caixeiro do Armazém, descobre que a sua amada, Tatão, empregada na perfumaria da Moda, está a voltar a sua atenção para outro homem, Artur de Castro. Quando Chico tenta ganhar de novo o amor de Tatão, uma série de equívocos entre a sua personagem e a vida real leva a um fabuloso jogo de duplos sentidos e primorosos diálogos numa comédia inesquecível.
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A ficha técnica de «O Pai Tirano»

 

Da ficha técnica faziam parte o operador César de Sá, que tinha como assistentes Perdigão Queiroga e João Silva, Roberto de Araújo como decorador, António Vilar nas funções de caracterizador, sendo de Fernando de Carvalho a música do filme. Estreia-se em Lisboa, a 19 de setembro de 1941, no Éden Teatro.

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O elenco de «O Pai Tirano»

 

Vasco Santana, Francisco Ribeiro, Leonor Maia, uma jovem elegante e distinta moçambicana que António Lopes Ribeiro conhecera em África quando realizava «Feitiço do Império», e que fazia agora a sua estreia na tela, João Villaret, numa curta aparição, Arthur Duarte, Graça Maria, Laura Alves, Barroso Lopes, Emília de Oliveira, Luísa Durão, Armando Machado, Teresa Gomes, Reginaldo Duarte, Seixas Pereira, Eliezer Kamenesky, constituíam o elenco de «O Pai Tirano». Tal fator sem dúvida contribuiu e muito, para a adesão imediata e total do espectador, o filme é assim um êxito de crítica e de público.
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«O Pai Tirano» de António Lopes Ribeiro

 

O sucesso do filme devia-se aos autores do argumento, o próprio Lopes Ribeiro juntamente com Vasco Santana e Ribeirinho, que criaram personagens hilariantes e uma história bastante coesa. Para isso, também contribuiu a escolha dos intérpretes, excepcionais comediantes que se ajustavam como uma luva nos respectivos papéis. Por isso encontrámos neste filme os grandes comediantes da altura, Vasco Santana, Ribeirinho, Teresa Gomes, Armando Machado, Barroso Lopes, Luísa Durão entre muitos outros.

 

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«O Pai Tirano» uma comédia de ouro do cinema português

 

1941, António Lopes Ribeiro funda nesse ano as Produções António Lopes Ribeiro com o objetivo de produzir filmes de forma continuada, única forma lógica e sensata de defender uma indústria e apresenta igualmente o primeiro filme dessa iniciativa. É assim que nasce "O Pai Tirano", a primeira comédia dos anos quarenta, e para muitos a melhor de todas, feito à base de um argumento original do próprio realizador, de colaboração com Vasco Santana e Francisco Ribeiro.

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Fotografias do filme «Bocage»

 

(Foto de grupo com o elenco do filme «Bocage» e da versão espanhola «Las Trés Gracias»)

(Raul de Carvalho no papel de Bocage»)

(Raul de Carvalho no papel de Bocage»)

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Publicidade da época ao filme «Bocage»

 

(Publicidade ao filme «Bocage» em revista de cinema da época)

(Publicidade à estreia do filme «Bocage» )

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Fotos do filme «Bocage»

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(Raul de Carvalho no papel de Bocage)

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(As mulheres da época deliravam com o Bocage)

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(Maria Helena Matos no papel de uma das apaixonadas do Bocage)

ADPRT_80312_0005 - Cópia

(Mais uma das apaixonadas do Bocage)

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(Cena com os esbirros da Intendência)

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«Bocage» - critica ao filme por Armando de Miranda

750 Bocage é, em técnica e segurança cinematográfica, o melhor filme de Leitão de Barros. 751 A matéria-prima trabalhada, o tema, a história, é de inferior qualidade, não tem grande interesse, nem equilíbrio, nem emoção; mas a maneira como está trabalhada, a forma como aquilo nos é cinematograficamente apresentado, está bem e está certa, acusando os benéficos efeitos da experiência adquirida pelo realizador nos seus anteriores trabalhos e comprovando nítidos e claros progressos na arte das imagens. 99 99 Sintetizando:a essência é fraca; a forma é boa. 37 O homem que escolheu o argumento, o seleccionador do motivo a tratar, falhou, errou na sua visão das coisas; mas o realizador, esse não; esse, se não pode dizer-se que triunfou, deu, pelo menos, um grande passo em frente no campo da técnica cinematográfica, tratando com felicidade e segurança o tema inseguro e infeliz. 752 Fosse esse tema outro, escolhesse ou aceitasse Leitão de Barros um argumento capaz e com condições, e das suas mãos sairia, estamos certos, coisa que realmente todos veríamos com pleno agrado e satisfeito amor-próprio.   Porque a verdade é que, analisado o filme sob o aspecto meramente da realização, abstraindo da história, se a película tem algumas passagens infelizes e de mau gosto, está, todavia, também, cheia de virtudes e qualidades.   Há nela até, de onde em onde, verdadeiros achados, como o soneto declamado durante a tempestade, as pernas da mulher desdentada que assiste da janela ao desfile dos marinheiros, os frisos de marujos na mastreação dos barcos, etc.   A composição das cenas de rua, dificílima de conseguir, pode classificar-se de excelente, a paisagem sem escolhidos e destoantes lindíssimos, é natural e sobriamente aproveitada, tendo deixado de constituir o motivo principal, como sucedia nas anteriores produções do realizador, para ser relegada, justamente, para a função de fundo, de plano secundário, como lhe compete, e, enfim, duma maneira geral, a câmara ganhou muito mais mobilidade, e o ritmo e a sequência das imagens, o alternamento dos grandes planos, muito mais segurança e equilíbrio.   Armando de Miranda   Espectáculo-1 de Janeiro de 1937
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