Username:

Password:

Perdeu a Password? / Ajuda

Tag: Frederico de Freitas

0

A música de «A Varanda dos Rouxinóis»

 12

Na parte técnica e criativa colaboraram também na produção de «A Varanda dos Rouxinóis». João Bastos, além do argumento, como autor dos versos das canções que o filme apresentava: a «Canção da Varanda», com música de Frederico de Freitas, a quem pertencia também a música de «Janelinha da Trapeira» e de «Chapelinho ao Lado», sendo de Cruz e Sousa a melodia da «Marcha dos Campeões». Frederico de Freitas escreveu ainda a partitura musical do filme.
0

«A Canção das Vindimas»

56105

ELE: Diz que não, mas é mentira/ Toda a gente o diz prá aí/ELA: Deixa lá falar as bocas/ Cada qual sabe de si/ ELE: Cada qual sabe de si/ Hás-de ser minha mulher/ ELA: Presunção e água benta/ Cada qual toma a que quer/ ELE: Mariquinhas, não te cansas/ De me fazer padecer/ ELA: Já viste mós de moinhos/ Que se cansem de moer/ ELE: Mariquinhas, porque andas/ sempre, sempre a namorar/ ELA: Também a minha peneira/ Anda sempre a peneirar/ ELE: Fiei-me no teu amor/ julguei-o mais duradouro/ ELA: Mas afinal morreu logo/nem tudo o que luz é oiro.  
0

«O Vira da Desfolhada»

 

4619

ELE: Roubei-te um beijo Maria/ Desde esse dia/morra se minto/ por uma coisa tão pouca/ pica-me a boca / não sei que sinto/ELA: Mal haja o ladrão de estrada/ te renego, cruzes, figas/ beijo dado sabe a rosas/ mas roubado sabe a urtigas/ CÔRO: Vira, vira, virou/ vira e torna a virar/ Roda, roda, rodou/ Cada qual com seu par/ ELA: A chita da minha blusa/ já não se usa/ foge demónio/ Não quero a tua riqueza/ quero a pobreza/ do meu António/ ELE: Fazes mal ó moreninha/ que o amor de marinheiro/ sobe e desce como as ondas/ é como agulha em palheiro/ CÔRO: Vira, vira, virou/ vira e torna a virar/ Roda, roda, rodou/ Cada qual com seu par/ ELE: Adeus, amor vai-te embora/ deita-me fora/ não tenhas dó/ A roseira mais bravia/ não tem Maria/ uma rosa só.    
0

«Canção ao Desafio» por Oliveira Martins e Maria Paula

5034

ELA: Ó rio das águas claras/ Que vais correndo pró mar/ Não contes as minhas penas/ Tem pena do meu penar/ ELE: Penas de amor não as tem/ Quem tão bem sabe cantar/ Como há-de o sol entender/ as tristezas do luar/ ELA: Doze meses tem o ano/ quatro caras tem a lua/ Diz-me tu quantas pedrinhas/ tem o chão da minha rua/ ELE: Quando passo à tua porta/ Parece que tenho um véu/ Como hei-de contar as pedras/ Se olho apenas pró céu/ ELA: Cantámos ao desafio/ Primeiro qui eu cantar/ Repara é sempre o rio/ Que vai correndo pró mar/ ELE: Aceito a comparação/ Sou homem, tu és mulher/ A água do rio é doce/ a do mar ninguém a quer/  
0

As canções de «As Pupilas do Sr. Reitor»

 

75

Hoje falaremos das músicas do filme. Afonso Correia Leite, Frederico de Freitas, Cruz e Sousa e Armando Leça brindaram o filme com uma série de lindíssimas canções, todas com letras da poetisa Fernanda de Castro. As canções eram, "Marcha para as Vindimas" cantada por Maria Paula e populares; "Canção da Cabreira" cantada por Leonor D'Eça; "Cantiga ao Desafio" cantada por Maria Paula e Oliveira Martins; "Canção de Amor" também por Maria Paula e finalmente o "Vira da Desfolhada" cantada por Maria Paula e populares.

                     52220

0

Dina Teresa canta o «Fado da espera de Toiros»

   

1931-Fado-da-Espera-de-Toiros961

Vi um toiro em salvaterra Matar dois cavalos velhos Vai eu cantei-lhe à guitarra E o boi caiu-lhe de joelhos. Á garupa do lazão Tanto o teu corpo me uni. Que o teu cavalo julgou, Que só te levava a ti. A tua cinta encarnada, Aperta-a bem no caminho, Coração que é de nós dois, Deve andar aconchegadinho. Vivam toiros e cabrestos, Viva a gente da cidade, Eu não troco dez moedas, Por um real de liberdade.    
0

«O Vira» canção extraída do filme «A Severa»

 

17-000

Menina tira chinela Menina descalce a meia Menina tira chinela Menina descalce a meia Venha aquecer ao braseiro Ó ai dois beijos, pra minha ceia Venha aquecer ao braseiro Ó ai dois beijos, pra minha ceia O amor é uma fogueira Braseiro da vida toda O amor é uma fogueira Braseiro da vida toda Os moços ardem nas brasas Ó ai ó moças bailai à roda Os moços ardem nas brasas Ó ai ó moças bailai à roda  
2

Dina Teresa canta «O Velho fado da Severa»

 

Embora digam que não. Eu sou boa rapariga. Embora digam que não. Eu sou boa rapariga. Trago o sol no coração. Trago a navalha. Trago a navalha na liga. Trago a navalha. Trago a navalha na liga. Quem tiver filhas no mundo. Não ria das desgraçadas. Quem tiver filhas no mundo. Não ria das desgraçadas. Porque as filhas da desgraça. Também nasceram, Também nasceram honradas. Porque as filhas da desgraça, Também nasceram, Também nasceram honradas.

   
1

Mariana Alves canta «Arraial de Santo António»

 

540

Cheira a rua a alecrim, A berlinda passa a trote. Vai a noiva de palmito, Vai o noivo de capote. Nem uma te escapa, Ó Santo Antoninho, Põe a tua capa, Mete-te ao caminho. Já lá tem lençóis de renda, A alfazema está a arder, Para divertir um homem, Não há como uma mulher, Nem uma te escapa, Ó Santo Antoninho, Põe a tua capa, Mete-te ao caminho. A menina vai deitar-se, Que a benzeu o padre-cura É melhor lá estar em casa Que espreitar à fechadura. Nem uma te escapa, Ó Santo Antoninho Põe a tua capa, Mete-te ao caminho. Ai o capote encarnado, Ai o lenço de cambraia. Ai a luz que se apagou, Quando ia a cair-lhe a saia. Nem uma te escapa, Ó Santo Antoninho, Põe a tua capa, Mete-te ao caminho.

 
0

Silvestre Alegrim canta o «Fado do Timpanas»

   

101514

Novo cartaz da banda sonora de "A Severa", fazendo publicidade a uma das músicas mais populares do filme, "O Timpanas". Foi uma excelente criação do grande actor de revista Silvestre Alegrim. Esta como todas as canções do filme, tinham música de Frederico de Freitas e letras do próprio autor do romance, Júlio Dantas.

“Timpanas” Niza azul e bota alta A reinar com toda a malta É o rei das traquitanas O timpanas O pinóia na boleia De chapéu a Patuleia Faz juntar o mulherio No Rossio Quando levo as bailarinas Do teatro ao Lumiar Bailo eu e baila a Sege E as pilecas a bailar O bolieiro de Lisboa Não é lá qualquer pessoa Que as pilecas dão nas vistas São fadistas São cavalos de alta escola O das varas toca viola e o da sela que é malhado Bate o fado Quando bato prás marnotas Roda acima, roda abaixo Eu dou vinho aos meus cavalos Mas sou eu que vou borracho Instrumental Refrão Já andei por tanta espera Já levei tanto boléu Já conheço tantos os bois Que lhes tiro o meu chapéu Instrumental Refrão  
Pages:12
Put here your trakcing code, e.g. from Google Analytics.