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Tag: António Leitão

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Maurice Mariaud despede-se de Portugal com o filme «Nua» em 1931

nua_1b O cinema mudo ainda resiste nos anos 1931 e 1932 com alguns filmes. Em 1931 começa-se a filmar o filme «O Milagre da Rainha» de António Leitão que conta a lenda da Rainha Santa Isabel - que transforma o pão em rosas - pretexto para uma acção na actualidade, em Coimbra e entre os estudantes. O filme acabaria por ser suspenso sem ser terminado. "Nua", que se estreou no Odeon, a 25 de Fevereiro de 1931, foi produzido por outra produtora bem-intencionada, mas sem qualquer futuro, a Tágide Film. Assinou a realização Maurice Mariaud, que assim se despediu de Portugal, bem como o seu director de fotografia Maurice Laumann, que, segundo a crítica, salvou as imagens do filme do desastre provocado pelo argumento, um disparate devido a Alberto Castro Neves." O elenco era composto por Eduardo Malta (Rui, o Pintor), Saur Bem-Hafid (Zarca, a Cigana) e Rosa Maria (Patrícia, a Mulher Fatal). nua_01
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«A Castelã das Berlengas» mais um filme de 1930

casteladasberlengas_01 «A Castelã das Berlengas» de António Leitão teve legendas de Acúrcio Pereira. Na interpretação surgiam os nomes de Ida Kruger (Rosa), Fernanda de Sousa (Ana), António Fagim (Pedro, o pescador), Tomás de Sousa (Hugo de Montalvo), Machado Correia (Veterano Julião), entre outros.  Tendo por essenciais figurantes o mar e a natureza, «A Castelã das Berlengas» contou com a Aviação Marítima e a Marinha de Guerra, registando-se as primeiras filmagens por meios aéreos. Gago Coutinho fez elogiosas referências a esta fita de acção ligeira. Nas Berlengas permaneceu a equipa técnico-artística mais de vinte dias, trabalhando depois no Maxim’s de Lisboa, devido à ausência de um estúdio.    
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