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Tag: Alves da Costa

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«Maria Papoila» propaganda do filme

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(Mirita Casimiro. Virgínia Soler a Alves da Costa numa cena do filme «Maria Papoila»)

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(As criadas em «Maria Papoila»)

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(Eduardo Fernandes na cena do comboio em «Maria Papoila»)

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(Mirita Casimiro a eterna «Maria Papoila»)

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«Maria Papoila» estreia com sucesso no Brasil

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 Após o fracasso financeiro que teve com o filme «Bocage», Leitão de Barros decide tentar a comédia popular com o filme «Maria Papoila». O filme demorou 14 semanas a terminar mas foi bastante aplaudido quer na estreia de gala que ocorreu no Casino do Estoril, quer na sua estreia comercial na sala do S. Luíz. O filme viria igualmente a estrear no Brasil onde alcançou igual êxito. Aliás uma curiosidade, enquanto que o filme «Bocage» foi um fracasso em Portugal e em Espanha, no Brasil foi um êxito retumbante.

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Depoimento de João Bénard da Costa

  (...) Maria Papoila é, a meu ver, a obra mais interessante de quantas nos ficaram desses negros "middle-thirties". (...) Nessa história da pastora beirã que vem para sopeira em Lisboa, Leitão de Barros conseguiu, em grande parte devido à genial criação de Mirita Casimiro - depois de Beatriz Costa, a maior revelação do nosso cinema, infelizmente jamais aproveitada depois -, um retrato admirável da oposição mundo rural, mundo da pequena-burguesia urbana, com pinceladas fulgurantes para o microcosmos dos grandes pilares da ordem portuguesa de então: a família (quer a da casa de Maria Papoila quer a do namorado), o exército (o rapaz dela é mgala) e a justiça, com a magistral sequência em que Maria Papoila se apresenta no tribunal para salvar o magala, com o sacrfício da sua "honra".   João Bénard da Costa, in Histórias do Cinema, ed. Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1991.  
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Depoimento de Leitão de Barros

"Maria Papoila é um filme popular. Realizado dentro de uma técnica simples, pois não pretende revolucionar a cinematografia, procurei rodeá-lo de todas as condições que possam despertar a atenção do público. Foi para ele que trabalhei, sem outras preocupações que não fossem as de realizar espectáculo acessível, no qual a alegria e a emoção têm lugares marcados. A missão do cinema é contar - e quanto mais reportagem da vida, mais certo é. Eis por que a realização do meu filme não tem quaisquer aspectos transcendentes. Pelo contrário, toda a acção decorre numa toada simples, como simples é a história de amor que a anima. Bem sei que o cinema, para muita gente, devia ter características intelectuais e directrizes superiores. Mas a verdade é que a sua feição mais acentuada é a de ser um espectáculo de multidões." 14 Leitão de Barros (em entrevista)
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Os intérpretes de «Maria Papoila»

11Intérpretes: Mirita Casimiro - Maria Papoila / António Silva - Mr. Scott / Eduardo Fernandes - Eduardo da Silveira / Maria Cristina - Margarida / Alves da Costa - Carlos / Emília de Oliveira - D. Efigénia / Joaquim Pinheiro - Soldado 27 / Virgínia Soler - Elvira, a cozinheira da pensão / Amélia Pereira - D. Casimira / António Gomes - Pai de Margarida/ Perpétua dos Santos - Tia Joaquina / Barroso Lopes - Animador do Casino do Estoril e ainda: Armando Machado, Vital dos Santos; Eugénio Salvador; Estevão Amarante; Regina Montenegro; Henrique de Albuquerque... 10 Realização - Leitão de Barros / Producção - Lumiar Filmes / Argumento - Vasco Santana, José Galhardo e Alberto Barbosa / Fotografia - Isy Goldberger, Manuel Luís Vieira e Octávio Bobone / Música - Raul Portela, Raul Ferrão e Fernando de Carvalho. Duração aproximada: 98 mn. P/B Ano de produção: 1937 9
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«Maria Papoila» o novo filme de Leitão de Barros

1Leitão de Barros dá-nos ainda em 1937 outro filme, que fica a marcar, não só a sua primeira incursão nos filmes de ambiente actual, como também o primeiro trabalho seu no campo da comédia cinematográfica. Esse filme tem por título «Maria Papoila» e apresenta a particularidade de ser a primeira actuação de Mirita Casimiro no cinema. Com uma história subscrita por três especialistas do género, José Galhardo, Alberto Barbosa e Vasco Santana, autores também dos diálogos e dos versos, a qual se anunciava com um principal, se não o único, intuito, o de servir a personalidade daquela artista, que se achava então, no apogeu da popularidade, «Maria Papoila» logrou alcançar a sua finalidade, um filme para a grande massa do público, dadas as suas características, voluntariamente procuradas de espectáculo popular e fácil. Cartaz maria papoila2
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Os intérpretes de «A Dama que Ri»

I0011489-12PX=000188PY=001556 Os intérpretes eram: Corina Freire como Helena Lee; Raul de Carvalho como Jorge Farland; Ester Leão no papel de Margarida Dell; Alexandre de Azevedo como Ernesto Lee; António Sacramento em Daniel Playgate; Alves da Costa como Alfredo Brown; a actriz Nirva do Rio como Mme. Carlton e ainda noutros papeis: Helena de Azevedo; Maria de Carvalho; Fernanda de Sousa e muitos outros...
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«A Dama que Ri» a segunda produção sonora da Paramount

6 Assim como «A Canção do Berço», o filme «A Dama que Ri» foi rodado nos estudos parisienses da Paramount em múltiplas versões linguísticas, com actores diferentes e ligeiras adaptações no argumento, estratégia corrente dos primeiros anos do sonoro europeu para conquistar os mercados nacionais. A notícia da vinda a Lisboa de responsáveis da Paramount para escolher os actores que participariam naqueles filmes gerou enorme comoção, não só entre os jornalistas cinematográficos, como entre os espectadores de cinema. Esta segunda produção voltava a agitar o nosso país que ansiava ouvir a sua língua nas telas de cinema. 7
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O argumento de «A Dama que Ri»

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Helena Lee fizera um casamento por conveniência. O seu temperamento não era compreendido pelo seu marido, Ernesto, que apenas se preocupava com a sua vida de banqueiro. Nelly, a filhinha, era o unico elo que os ligava ainda aos preconceitos deste mundo. Um incidente, entretanto, modifica o destino de Ernesto e Helena. Esta, envolta num escândalo, habilmente explorado por um jornalista sem escrúpulos, passa a sofrer a censura e o enxovalho de todos os que a rodeavam. Ernesto, instigado pela amante, aproveita o ensejo para requerer o divórcio. A causa é julgada. Farland, o advogado do banqueiro, ataca Helena. Esta, sentindo a injustiça da lei e impotente para se defender do acêrvo de mentiras que ouve, ri, ri de ódio e raiva. Condenada pelo juíz, a filhinha é entregue a Ernesto. Então, Helena decide vingar-se.

A sua primeira vítima é Farland, que não resiste à sedução. E utilizando Drown, o jornalista, ávido de escândalos, Helena revela ao público a moral de Farland. Este, depois de conhecer a alma do banqueiro, modifica o seu pensar sobre Helena, a quem ama já. Um beijo une-os para sempre. Ambos, porém, se esqueceram de Brown, que lograra tirar uma fotografia comprovativa das relações íntimas de Helena e Farland. De novo se encontram na perspectiva de um escândalo. Que fazer? Farland, decide participar ao director do jornal, a que o jornalista pertencia, que ele e Helena tinham resolvido casar. Era a única solução que podiam encontrar para evitar mais um escândalo, e para serem felizes em companhia da pequena Nelly.

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«A Dama que Ri» estreia a 20 de Abril de 1931

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  A 20 de Abril de 1931 estreava-se o filme "A Dama que Ri", versão portuguesa do filme "The Laughing Lady" de Victor Schertzinger, seguindo os mesmos moldes do filme anterior. Novamente surgiam como intérpretes Corina Freire, Raul de Carvalho, Ester Leão, Alves da Costa e António Sacramento. A realização desta vez coube ao realizador Chileno Jorge Infante. 2a-dama-que-ri2-c-dama-que-ri1
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