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Tag: Adelina Abranches

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Capas de revistas sobre o filme «A Rosa do Adro»

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(Cenas do filme «A Rosa do Adro»)

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(Maria Lalande a protagonista do filme)

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(Oliveira Martins o galã de «A rosa do Adro»)

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Mais curiosidades sobre o filme «A Rosa do Adro»

133No dia 19 de Agosto de 1937 chegava a Ponte de Lima uma equipa cinematográfica com o intuito de, nesse concelho, gravar algumas cenas a incorporar no filme “A Rosa do Adro”. Para figurantes nos papéis de soldados liberais e miguelistas, foram recrutados diversos jovens que assim iriam ser, dos primeiros ponte-limenses a entrar num filme, no caso, a primitiva longa-metragem a incluir imagens do concelho de Ponte de Lima. A equipa permaneceu em Ponte de Lima de 19 a 24 de Agosto, do referido ano, hospedando-se, as principais figuras, na Pensão Faria. Lá estiveram, entre outros, Chianca de Garcia, realizador, Artur Duarte, diretor de produção, e os actores Maria Lalande, Oliveira Martins e Tomás de Macedo. (Blogue. Da Minha Sebenta)  
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Curiosidades do filme «A Rosa do Adro»

 

Ao contrário da versão muda de 1919, que transpôs a ação do romance para a época do filme, esta mantém-se fiel ao livro, ambientando a trama durante a guerra civil dos anos trinta, século XIX, numa aldeia do litoral do Minho.

 

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«Rosa do Adro» estreia igualmente em Espanha

3O filme «A Rosa do Adro» estreia igualmente em Espanha, aliás como acontecia com quase todos os filmes dessa década, intitulado como «Senda de Amargura». 18
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Curiosidades sobre o filme «A Rosa do Adro»

19 O filme "A Rosa do Adro" teve a sua estreia a 3 de Fevereiro de 1938 no cinema Trindade. Realizado por Chianca de Garcia, o filme era uma adaptação da obra de Manuel Maria Rodrigues. O filme alcançou na época um grande sucesso de crítica e bilheteira, devido ao facto de esse romance ser um dos preferidos da altura dos portugueses. Como curiosidade o filme "A Rosa do Adro" já tinha tido uma versão cinematográfica 18 anos antes, em 1919, nos tempos da Invicta Filmes, mas esta versão além duma boa interpretação, dos adereços que eram lindíssimos, o filme vale sobretudo porque é a única maneira de as gerações actuais poderem ver a actuar duas das maiores actrizes do século XX, Adelina Abranches, um monstro sagrado do teatro, que tem neste filme uma actuação episódica, e Maria Lalande que foi considerada na altura como "O Milagre do Teatro Português". 16
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A história de «A Rosa do Adro»

15 Argumento: Os amores mal pressagiados entre Rosa, costureira modesta e Fernando, médico e miguelista ferrenho, ficando na sombra a paixão fatídica de António, um liberal, pela jovem Rosa. Fernando vai para o Porto, na altura em que o cerco da cidade atinge o auge, e onde se apaixona por Linda, filha de uma baronesa. António torna-se um atormentado defensor de Rosa, sabendo que afinal é sua irmã, e para salvar a rapariga que definha, dirige-se ao Porto, num gesto cavalheiresco, a fim de tentar reconduzir Fernando para junto da que um dia confiou nas suas juras. 12
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Os técnicos de «A Rosa do Adro»

9 Realização - Chianca de Garcia/ Produção - Espectáculos de Arte/ Montagem - Regina Fróis/ Fotografia - Isy Golgberger/ Música - Belo Marques, Correia Leite e Silva Tavares/ Curiosidades: Adaptação da obra de Manuel Maria Rodrigues. Disponível em vídeo pela Lusomundo. Duração aproximada: 81 mn. P/B Ano de produção: 1938 11
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O elenco de «A Rosa do Adro»

8 Intérpretes/ Maria Lalande - Rosa/ Oliveira Martins - Fernando/ Elsa Rumina - Linda/ Tomás de Macedo - António/ Henrique de Albuquerque - Padre Francisco/ Adelina Abranches - Júlia Rica/ António Sacramento - Barão da Fonte Arcada/ Costinha - Chico/ Vital dos Santos - Dr. Brás/ Paz Rodrigues - Baronesa da Fonte Arcada/ Silvestre Alegrim - Bonifácio, o mordomo dos Barões/ Regina Montenegro - Ama/ João Lopes - Zé Capitão/ Emília de Oliveira - Mulher de Zé Capitão/ Manuela Couto Viana - Maria/ e ainda: Luísa Durão; Elisa Carreira; José Victor... 10
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«Rosa do Adro» com um elenco de luxo

200 Tendo Arthur Duarte em director de produção e como operador Isy Goldberger, que pouco antes iniciara em «A revolução de Maio» a sua actividade no nosso país, «Rosa do Adro» marca a estreia no fonocinema de Maria Lalande, ao tempo já um dos nomes de maior prestígio do teatro português. Ao lado desta actriz, que fazia a protagonista, surgiam os nomes de Elsa Rumina, na sua rival, Maria Manuela Couto Viana, Oliveira Martins e Tomás de Macedo, os dois apaixonados de Rosa, Adelina Abranches, Henrique de Albuquerque, António Sacramento, Vital dos Santos, Costinha, Silvestre Alegrim, Emília de Oliveira, João Lopes e Regina Montenegro. 6
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«Rosa do Adro» o primeiro filme de 1938

5po Reeditando, no cinema, uma novela de que, no tempo do «mudo», havia sido feita uma primeira versão, produzida em 1919 pela Invicta Film, Chianca de Garcia vai buscar á obra de Manuel M. Rodrigues «Rosa do Adro» o assunto da sua segunda intervenção no cinema sonoro como realizador, depois de terem sido introduzidas na respectiva adaptação cinematográfica alterações de pormenor, que não de fundo, e de ter sido incluído na intriga um elemento de ordem política, ou sejam, as lutas miguelistas, de que o Norte do País, onde a acção do romance decorre, foi especialmente testemunha. adro1
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