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Tag: A Dama que Ri

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Ester Leão

Ester Leão Ester Eusébio Leão, de seu nome completo, nasceu em Portalegre em 31 de Janeiro de 1892. A sua estreia no teatro dá-se em 1914 no Teatro Dona Amélia, ao lado de Augusto Rosa na peça «O Assalto». Trabalhou ao lado de Ilda Stichini em inúmeras peças de êxito tais como «Rainha Santa» ou «Os Hóspedes de D.ª Epifânia» e mais tarde ingressou na Companhia Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro. Durante as décadas de vinte e trinta vai alcançar enorme prestígio teatral. Por esse motivo é convidada pela Paramount a integrar o elenco dos dois primeiros filmes sonoros portugueses: «A Canção do Berço» em 1930 e «A Dama que Ri» no ano seguinte. Em 1931 funda a sua própria companhia teatral. Em 1936 vai ao Brasil e rapidamente apaixona-se por aquele país, não mais voltando a Portugal. Nesse país continua com a sua carreira teatral sendo o primeiro espectáculo que dirigiu: “ Os Romanescos”, no TEB. Depois:” Leonor de Mendonça”; em 1939. Em 1940, dirigiu: “ O Jesuíta”. Ainda em 1940, foi convidada por Eva Todor e dirigiu: “ Feia”, de Paulo de Magalhães. Em 1941, dirigiu: “ Dias Felizes” e “ 3.200 Metros de Altitude”. Em 1945, ficou à frente do “ Teatro  Universitário” e dirigiu: “ Romeu e Julieta”. Em 1947, na “Companhia Alma Flora”, dirigiu: “ Seremos Sempre Crianças”. Em 1948, no TEB, esteve à frente de: “ Inês de Castro”. Em 1949, participou do “ Festival Shakespeare”. Dirigiu a seguir; “ Quebranto”, “ O Pai”,” A Dama da Madrugada”. “ Alegres Canções na Montanha”, “Surpresas de uma Noite de Núpcias”. Em 1951  Ester Leão foi contratada pela companhia de Jaime Costa e dirigiu a peça  “A Morte do Caixeiro Viajante”, obra do romancista e teatrólogo norte-americano, Arthur Miller. Ester Leão além de actriz e encenadora foi também professora de técnica vocal tendo dirigido muitos atores brasileiros e corrigido a voz de alguns, inclusive de políticos, entre os quais o famoso e importante Carlos Lacerda. Ela faleceu no Brasil, a 16 de Abril de 1971 aos 79 anos de idade. Ester_Leao1
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Corina Freire

Corina Freire Corina Carlos Freire de seu nome completo nasceu em Silves a 14 de Dezembro de 1897. Cursou o Conservatório Nacional. Iniciou a sua actividade artística como cantora lírica e folclórica em recitais e festas. A sua estreia no teatro dá-se em 1927 com a revista «Rosas de Portugal», no Éden Teatro. De seguida aparece no Maria Vitória na revista «A Rambóia», onde canta uma linda canção, «Camélias de Sintra», que ficará na memória e na boca de todos os que assistiram à revista. A sua lindíssima voz e presença levam a que seja constantemente solicitada para os elencos de Revistas da época. Muito elegante, com um ar moderno, o cabelo curtíssimo colado á cabeça em pastas, era uma mulher luxuosa, apta ao uso de diamantes e plumas, com uma voz mais educada do que o comum revisteiro, a quem o sucesso foi fácil. A sua popularidade leva a que seja convidada em 1930 a protagonizar o filme português «A canção do Berço». Quase de seguida filma «A Dama que Ri». Em 1931 regressa à revista com um enorme êxito, ao lado de Beatriz Costa, na revista «O Mexilhão». Mais uma canção que ficará na história, a célebre canção «Teodoro não vás ao sonoro». Em 1935 participa num espectáculo em Paris intitulado «Parade du Monde» no Casino de Paris. O sucesso é tal que é eleita «o mais belo sorriso de Paris». De regresso a Portugal participa nas revistas «A Arca de Noé», «Feira da Alegria», «Chá de Parreira» entre muitas outras. Na década de quarenta retira-se da vida artística dedicando-se ao ensino de canto. Um de seus alunos seria o célebre cantor António Calvário. Faleceu em 1986. MNT 145339
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Os intérpretes de «A Dama que Ri»

I0011489-12PX=000188PY=001556 Os intérpretes eram: Corina Freire como Helena Lee; Raul de Carvalho como Jorge Farland; Ester Leão no papel de Margarida Dell; Alexandre de Azevedo como Ernesto Lee; António Sacramento em Daniel Playgate; Alves da Costa como Alfredo Brown; a actriz Nirva do Rio como Mme. Carlton e ainda noutros papeis: Helena de Azevedo; Maria de Carvalho; Fernanda de Sousa e muitos outros...
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«A Dama que Ri» a segunda produção sonora da Paramount

6 Assim como «A Canção do Berço», o filme «A Dama que Ri» foi rodado nos estudos parisienses da Paramount em múltiplas versões linguísticas, com actores diferentes e ligeiras adaptações no argumento, estratégia corrente dos primeiros anos do sonoro europeu para conquistar os mercados nacionais. A notícia da vinda a Lisboa de responsáveis da Paramount para escolher os actores que participariam naqueles filmes gerou enorme comoção, não só entre os jornalistas cinematográficos, como entre os espectadores de cinema. Esta segunda produção voltava a agitar o nosso país que ansiava ouvir a sua língua nas telas de cinema. 7
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O argumento de «A Dama que Ri»

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Helena Lee fizera um casamento por conveniência. O seu temperamento não era compreendido pelo seu marido, Ernesto, que apenas se preocupava com a sua vida de banqueiro. Nelly, a filhinha, era o unico elo que os ligava ainda aos preconceitos deste mundo. Um incidente, entretanto, modifica o destino de Ernesto e Helena. Esta, envolta num escândalo, habilmente explorado por um jornalista sem escrúpulos, passa a sofrer a censura e o enxovalho de todos os que a rodeavam. Ernesto, instigado pela amante, aproveita o ensejo para requerer o divórcio. A causa é julgada. Farland, o advogado do banqueiro, ataca Helena. Esta, sentindo a injustiça da lei e impotente para se defender do acêrvo de mentiras que ouve, ri, ri de ódio e raiva. Condenada pelo juíz, a filhinha é entregue a Ernesto. Então, Helena decide vingar-se.

A sua primeira vítima é Farland, que não resiste à sedução. E utilizando Drown, o jornalista, ávido de escândalos, Helena revela ao público a moral de Farland. Este, depois de conhecer a alma do banqueiro, modifica o seu pensar sobre Helena, a quem ama já. Um beijo une-os para sempre. Ambos, porém, se esqueceram de Brown, que lograra tirar uma fotografia comprovativa das relações íntimas de Helena e Farland. De novo se encontram na perspectiva de um escândalo. Que fazer? Farland, decide participar ao director do jornal, a que o jornalista pertencia, que ele e Helena tinham resolvido casar. Era a única solução que podiam encontrar para evitar mais um escândalo, e para serem felizes em companhia da pequena Nelly.

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«A Dama que Ri» estreia a 20 de Abril de 1931

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  A 20 de Abril de 1931 estreava-se o filme "A Dama que Ri", versão portuguesa do filme "The Laughing Lady" de Victor Schertzinger, seguindo os mesmos moldes do filme anterior. Novamente surgiam como intérpretes Corina Freire, Raul de Carvalho, Ester Leão, Alves da Costa e António Sacramento. A realização desta vez coube ao realizador Chileno Jorge Infante. 2a-dama-que-ri2-c-dama-que-ri1
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