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Distribuição do elenco do filme «O Feitiço do Império»

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(Foto 1 - Alves da Cunha e Foto 2 - Emília de Oliveira)

Intérpretes: Luís de Campos - Luís Morais / Isabel Tovar - Mariazinha / Alves da Cunha - Francisco Morais / Emília de Oliveira - Emília Morais / Madalena Sotto - Fay Gordon / Estevão Amarante - Vitorino da Umbala / António Silva - Tio Alberto / Ribeirinho - Chico do Austin e ainda: Alfredo Ruas; Amélia Pereira; António Vilar; António Martinez... Realização - António Lopes Ribeiro / Produção - Agência Geral das Colónias / Argumento - Joaquim Mota Júnior / Fotografia - Isy Goldberger e Manuel Luís Vieira / Música - Wenceslau Pinto e Jaime Silva Filho. Curiosidades: Custou 4.000 contos. Duração aproximada: 145 mn. P/B Ano de produção: 1940

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(Foto 3 - Ribeirinho e Foto 4 - Isabel Tovar)

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O elenco de «O Feitiço do Império»

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(Foto 1- Isabel Tovar e Foto 2 - Luís de Campos)

Um elenco numeroso tinha a seu cargo a interpretação do filme. Constituíam-no Alves da Cunha, Estêvão Amarante, António Silva, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), Emília de Oliveira, Alfredo Ruas, Madalena Sotto, o caçador angolano Teodósio Cabral, António Martinez, António Vilar, que tem aqui, na episódica personagem de um chefe de posto, a que soube imprimir assinalável relevo, o seu primeiro papel no cinema -, Francisco Pinto, Celestino Soares e, interpretando os protagonistas, Isabela Tovar, que Lopes Ribeiro descobrira em Moçâmedes, e Luís de Campos.

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(Foto 3- Madalena Sotto e Foto 4- Estêvão Amarante)

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Considerações sobre o filme «O Feitiço do Império» - continuação

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(Foto 1: Estêvão Amarante e Isabel Tovar; Foto 2: Luís de Campos e Isabel Tovar)

Obra de grande variedade de ambientes, de ação movimentada, cujo enredo decorria em Boston, em Angola e em Lisboa, e intencionalmente construída com o propósito de colocar na presença da metrópole o desenvolvimento, o sortilégio e a grandiosidade das nossas possessões além-mar, «Feitiço do Império» fica a constituir, sob o aspeto de produção cinematográfica, um dos filmes mais trabalhosos e de maior envergadura.

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(Foto 3: Luís de Campos e António Silva; Foto 2: Luís de Campos e Isabel Tovar)

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Considerações sobre o filme «O Feitiço do Império»

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«Feitiço do Império», baseado no argumento de Joaquim Mota Júnior, é o primeiro filme de fundo português que traz para a tela imagens das nossas antigas províncias africanas, colhidas propositadamente pela missão cinematográfica ao ultramar, a qual, durante oito meses, percorreu os nossos domínios de África, encontrando-se integrada nela uma equipa técnica completa, na qual se incluía também a aparelhagem de registo de som da Tobis Portuguesa. Com ela seguiram, igualmente, vários dos intérpretes do filme.

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«O feitiço do Império» uma visão do Estado novo

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Considerado como uma obra de ficção exemplar sobre a visão colonial do Estado Novo, foi produzida pela Agência-Geral das Colónias. Estreou comercialmente no cinema Éden, em 23 de Maio de 1940, com a presença do Presidente da República, na altura chamado de Chefe de Estado e do Governo. Infelizmente com o passar do tempo perdeu-se o som do filme, por isso apenas está conservada (Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema) a banda de imagem.

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«O Feitiço do Império» traz para as telas as belas paisagens africanas

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Em 1938, mais precisamente no mês de Abril, partia para África, a bordo do navio “Arlanza” uma equipa que seria chamada de “Missão Cinegráfica às Colónias de África”. Essa equipa era composta por António Lopes Ribeiro, pelo autor teatral Carlos Selvagem, o operador de câmara Manuel Luís Vieira e Paulo de Brito Aranha, responsável pelo som. O objetivo desta equipa era filmar nas nossas então colónias ultramarinas. Destas filmagens, muitas delas documentários, produziu-se um filme de longa-metragem, que se veio a chamar “O Feitiço do Império”. O filme tinha argumento de Joaquim Mota Júnior, cujo primeiro objetivo era o de revelar, engrandecer e exaltar a ação portuguesa em terras Africanas. Foi o primeiro filme de ficção a abordar as colónias ultramarinas e a obra colonizadora dos portugueses e no fundo a trazer para a tela imagens das nossas antigas províncias africanas.

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Programas do filme «João Ratão»

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(Programa original do filme «João Ratão» do cinema São Luíz)

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Em 1940 é editado o livro «A História de João Ratão»

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Maria Domingas canta a «Canção da Primavera»

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«Cantiga da Primavera» Canta a Primavera / Baila toda a gente / Só eu estou à espera / Do amor ausente / Só eu não dou beijos / Por não ter um par / Morro de desejos / Por lhos poder dar / Anda o campo cheio / Cheio, cheio, cheio / Da canção dos ninhos / Pares que se beijam / Beijam, beijam, beijam / Quando vão sozinhos / Tudo aqui nos fala / fala, fala, fala / Dum segredo amigo / Dum segredo eterno / Terno, terno, terno / Que eu sei mas não digo / Há por esses montes / Canções de alegria / Vão cantando as fontes / Canta a Cotovia / E na imensidade / Deste amor sem fim / A voz da saudade / Canta só pra mim.
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Óscar de Lemos canta o «Fado das Trincheiras»

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"FADO DAS TRINCHEIRAS" Música de António Melo / Letra de João Bastos e Félix Bermudes / Cantado por Óscar de Lemos: Soldados da nossa terra, são voluntário da guerra / Que vêm bater-se por brio. Raça de fogo e de glória, que escreveu a sua história / Nos mundos que descobriu. Por isso a Pátria distante, brilha em nós a cada instante / Como a luz de uma candeia, Que arde de noite e de dia no altar da Virgem Maria / Na igreja da nossa aldeia. Refrão : No luar das noites calmas / Choram baixinho nas almas / Saudades do nosso lar / Mas o dever é mais forte / E nem a sombra da morte / Nos obriga a recuar /E se eu morrer na batalha, só quero ter por mortalha / A bandeira nacional. E na campa de soldado, só quero um nome gravado / O nome de Portugal.
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