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Personalidades

rafael marques O actor Rafael Marques nasceu em Lisboa a 31 de Janeiro de 1885. Inicialmente matriculou-se na Escola do Exército com o objectivo de singrar na carreira militar. Mas com 16 anos de idade decide abandonar o exército para aventurar-se no mundo do circo. Viajou bastante por todo o mundo como artista de circo, principalmente trabalhado como faquir. Até que em determinada altura decide tentar a sorte como actor. Estreia-se no dia 4 de Novembro de 1904, no Teatro D. Amélia, com a peça «Gilberta». Seguem-se peças tais como: «Hamlet»; «Viagens de Gulliver»; «O cardeal» entre outras. No cinema participa nos filmes: «O Comissário de Polícia» em 1912; «Quando o Amor Fala» em 1921; «O Centenário» em 1922 e «Mulheres da Beira» em 1923. Morre em Lisboa em 1939. rafael marques2
ausenda de oliveira Ausenda de Oliveira nasceu em Cantanhede, a 20 de Abril de 1888. Estreia-se com apenas 16 anos de idade na opereta «A Boneca» levada à cena no Teatro Avenida em 1904. Aliás, devido à sua lindíssima voz, será na opereta que triunfará. Participa entre outras, nas operetas: «A Viúva Alegre» em 1909; «A Princesa dos Dólares» em 1910; «A Divorciada» em 1912; «Ao Deus dará» em 1918; «A Leiteira de Entre Arroios» em 1920; «Maridos Alegres» em 1921; «Intrigas no Bairro» em 1923; «O Solar dos Barrigas» em 1924; «O Burro do Sr. Alcaide» em 1932, entre muitas outras. Participou igualmente em muitas revistas e chegou a participar em duas óperas: «Cavalaria Rústica» e «Boémia». Integrou as companhias: Sousa Bastos, Companhia José Ricardo no Teatro Avenida, Companhia Armando de Vasconcelos, entre outras. Fez várias digressões a província, ao Porto e durante quatro épocas trabalhou no Brasil onde granjeou enorme sucesso. No cinema participou no filme «A Morgadinha de Val Flor» em 1924. Faleceu em Lisboa a 16 de Agosto de 1960. ShowInfographicImageAndResize
111 Rosa Maria Monteiro de seu nome completo, nasceu em Lisboa a 16 de Fevereiro de 1912. Com apenas 7 anos de idade, parte com os pais para Boston, onde sua família fixa residência e onde permanecem durante 10 anos. Aí emprega-se como dactilografa e tira o curso de enfermagem. Com 17 anos de idade regressa a Portugal, na mesma altura em que se prestam provas para o filme «Lisboa» de Leitão de Barros. Embora lhe prometam trabalho, tal não acontece neste filme. Mas Leitão de Barros procura-a e oferece-lhe o principal papel do seu seguinte filme «Maria do Mar». A crítica e o público rendem-se ao seu talento e beleza. No ano seguinte, 1931, volta a aparecer nas telas com o filme «Nua» de Maurice Mariaud. No teatro surge modestamente como discípula-bailarina na revista «O Pé Descalço». Seguem-se as revistas «A Festa Brava»; Cantiga Nova»; «Cabeças no Ar» e «Arraial». Fez algumas comédias tais como «A Garota da sorte», mas acabou por abandonar a vida artística no final dos anos 30 quando se casa. 21
maurice Maurice Mariaud, nasceu em Marselha, França, a 1 de Julho de 1875. Era um realizador francês que iniciou a sua actividade logo que foram fundadas pelos irmãos Charles e Emile Pathé e por Léon Gaumont, no início dos anos vinte do século passado, duas das mais importantes produtoras francesas, as sociedades concorrentes Pathé e Gaumont. Mariaud foi contratado em França pelo português Raul de Caldevilla para vir realizar em Portugal filmes que este pretendia produzir. Uma vez em Portugal, Mariaud realizou vários filmes para a firma Caldevilla Film e para outras produtoras. O primeiro filme que fez em Portugal foi Os Faroleiros (1923), uma das suas obras mais conseguidas, que a Pathé distribuiu anunciando-a nos seguintes termos: «É um cartão de visita primorosamente litografado que lançamos no mercado internacional». O segundo filme que realizou para a Cadevilla Film, nesse mesmo ano, foi As Pupilas do Senhor Reitor , obra menos conseguida. Antes de voltar a França, nesse mesmo ano também, realizou O Fado (filme). O filme estreou com bastante sucesso no cinema Olympia, acompanhado à guitarra pelos professores António Mouzon e Ernesto Lima. Tornou-se referência inspiradora para outros, que voltariam a explorar o tema. Mariaud voltaria a Portugal em 1931 para dirigir a história de uma cigana que toma banho nua num ribeiro e se torna modelo e fonte de inspiração e de sarilhos de um pintor imprudente. O filme perdeu-se. Mariaud morre em França a 16 de Agosto de 1958.

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Felisberto Manuel Teles Jordão Robles Monteiro, de seu nome completo nasceu, em São Vicente da Beira, no dia 9 de Setembro de 1888. Estudou no Seminário da Guarda e depois, como voluntário, no Curso Superior de Letras, em Lisboa. A sua estreia no teatro profissional deu-se no Teatro da República, na comédia de costumes “A Caixeirinha” em 1914. Seguiram-se inúmeras peças onde granjeou o respeito do público e da crítica da época. Mas a sua carreira de intérprete seria no entanto relegada para segundo plano quando criou a sua primeira companhia no Teatro Ginásio, dedicando-se a partir daí sobretudo à gestão administrativa, à direcção de atores e à coordenação da montagem dos espectáculos. Robles Monteiro casou com Amélia Schmidt Lafourcade Rey Colaço, em Dezembro de 1920. Em 1921 formou, já com a sua mulher, uma nova companhia ancorada num repertório moderno e de qualidade. No cinema participou nos filmes mudos «Malmequer» em 1918 e «O Primo Basílio» em 1922. Robles Monteiro  faleceu, em Lisboa, a 28 de Novembro de 1958.

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MNT 247502 Adelina Laura Fernandes, de seu nome completo, nasceu em Lisboa a 26 de Janeiro de 1896. Foi uma célebre cantora e actriz do teatro musicado.  A sua estreia dá-se com 12 anos de idade, mas é em 1909que se estreia profissionalmente no Éden teatro com a peça «Aqui d’el-rei». Em 1920 tem um dos seus maiores sucessos ao interpretar o Fado dos Teatros na Revista «Burro em Pé». Seguiram-se peças tais como: «Talismã» em 1922; «Fruto Proibido» em 1924; a opereta «Mouraria» em 1926 onde interpreta a fadista Cesária; «Bairro Alto» em 1927; «Rosa Enjeitada» em 1929 e «Cacho Doirado» em 1939, que marca a sua última aparição em cena. No cinema, Adelina Fernandes participou nos filmes «Os Fidalgos da Casa Mourisca» em 1919 e «Tragédia de Amor» em 1924. Morreu em Lisboa a 12 de Março de 1983. MNT 247512
Roger Lino Roger Lion, aliás Roger Juda de seu nome verdadeiro nasceu em Troyes, França em 27 de Setembro de 1882. Foi o fundador em França (1917 - 1918) da Société des Auteurs de Films, tesoureiro e secretário do Conselho Directivo da mesma organização desde 1919 até à sua morte, membro da Société des Auteurs et des Gens de Lettres e da Société des Auteurs Dramatiques. O primeiro trabalho realizado por Roger Lion foi L'Agence Cacahouète (1912). Lion é convidado a trabalhar em Portugal por uma portuguesa que reside em França chamada Virgínia de Castro e Almeida. Virgínia contrata então o realizador Roger Lion, que já tinha no seu currículo mais de uma dezena de filmes. Com ele são contratados dois operadores, um que vinha da importante firma Eclair, Daniel Quintin, e o outro, Marcel Bizot, que tinha trabalhado nos serviços cinematográficos do exército francês durante a 1ª Grande Guerra. Virgínia justifica deste modo a sua decisão: «Os filmes portugueses até agora produzidos não são perfeitos. Por vezes a acção é arrastada, o entrecho banal para as grandes plateias, acostumadas a ter sob os olhos beleza e arte, ouvindo uma música feita expressamente para o que estão vendo». Com Lion veio ainda a sua própria mulher, actriz profissional, e um outro actor, já com nome feito, Max Maxudian. O primeiro filme produzido pela nova empresa é A Sereia de Pedra, uma adaptação feita pelo advogado madeirense Alberto Jardim de um conto escrito pela própria Virgínia Almeida, intitulado a Obra do Demónio. O melodrama estreia em Paris no Cinéma Artistique e um crítico francês do Cinémagazine comenta: «A novidade e a originalidade empolgantes e aliciantes do assunto e das imagens, a perfeição de toda a realização suscitaram com efeito vivo interesse e e proporcionaram aos actores e aos seus intérpretes o mais franco dos sucessos». Em Lisboa, o filme é apresentado a 4 de Abril no cinema Olympia. Arthur Duarte – O Miguel no filme – desempenha na Fortuna Films o papel de assistente-geral. O gerente é José de Castro e Almeida, filho da afrancesada Dona Virgínia, que resolve escrever outra história para a tela: Os Olhos da Alma. Lion prossegue em Portugal a sua carreira trabalhando para a recém-formada produtora Pátria Film, de Raul Lopes Freire e de Henrique Alegria, que deixa a Invicta Film em 1922. Para esta nova firma Lion filma as "Aventuras de Agapito, Fotografia Comprometedora", com argumento do conterrâneo e colega Maurice Mariaud. Também a Pátria Film não sobreviverá após a conclusão desta obra. Roger Lion realiza entretanto em Portugal A Fonte dos Amores (1924), filme francês adaptado de um romance da escritora Gabrielle Reval e rodado em Coimbra. Reval viveu nesta cidade entre 1922 e 1923. Lion regressa a França nesse mesmo ano e retoma logo de seguida a actividade de realizador no seu país: J'ai tué! (1924). Depois de voltar a França fez documentários, comédias e filmes musicais. Era casado com a actriz francesa Gil Clary. Manteve-se activo até 1933 e morreu no ano seguinte com uma infecção dos intestinos. Morreu em Paris a 27 de Novembro de 1934.
sem nome Maria Emília Castelo Branco era a menina bonita das nossas telas no período do silencioso. Participou em seis filmes: «O Destino» e «A Sereia de Pedra» ambos em 1922; «Os Olhos da Alma» em 1923; «O Diabo em Lisboa» em 1925; «Táxi 9297» em 1927 e «O José do Telhado» em 1929. Tal como outras actrizes do cinema mudo, foi esquecida quando do aparecimento do sonoro. Tentou depois o teatro e a dança sem que atingisse plano de destaque. Em 1957, regressada do estrangeiro, realiza dois documentários de curta-metragem: «Roteiros Líricos do Porto» e «A região do Douro e o Vinho do Porto», fazendo depois a sua retirada definitiva do cinema.
7 Gabriel Georges Pallu foi um cineasta francês que nasceu em Paris a 4 de Dezembro de 1869. Foi Bacharel em direito pela Universidade de Paris, advogado e oficial da Marinha, foi Secretário do Ministro da Educação de França. Apaixonado pelo cinematógrafo como amador, começou a fazer carreira profissional em 1911, abandonando a rotina do seu monótono trabalho de secretariado. Integrou assim os quadros técnicos da empresa de produção e de fabrico de material de cinema Pathé Frères. A sua estreia como co-realizador foi em 1912 com o filme francês «Alerte!». As suas seguintes realizações foram: La Confiance règne (1916) e L'Etrangère (1917). Contratado pela produtora Invicta Film numa deslocação a França de responsáveis desta importante empresa da cidade do Porto, no momento da sua constituição, George Pallu trabalharia em Portugal durante cerca de cinco anos. Pioneira na produção industrial de filmes no país (1918), a Invicta manteve Pallu como colaborador até ao encerramento das suas actividades de produção (1924). Depois do seu regresso a França, Pallu realizou mais alguns filmes no seu país, até ao final dos anos trinta. Foi nomeado Cavaleiro da Ordem de Cristo pelo Presidente da República portuguesa ("Diário do Governo", 2ª Série, 28-12-1919). Morreu em Neuilly-sur-Seine a 1 de Setembro de 1948.
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