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«Os Fidalgos da Casa Mourisca» numa versão moderna para o cinema

57 Arthur Duarte, profissional português que durante longos anos exercera fora da sua terra, variada atividade no cinema, quer no campo da interpretação quer no sector técnico, enceta neste ano, e no nosso país, a carreira de diretor de filmes. Tal como Chianca de Garcia, coincidência que não deixa de ser curiosa, Arthur Duarte vai, da mesma forma, buscar a uma obra de que o cinema mudo se havia já ocupado, o assunto do seu filme, o conhecidíssimo romance de Júlio Dinis «Os Fidalgos da Casa Mourisca», e de que a mesma Invicta Filmes fizera, igualmente, e dezanove anos antes, uma primeira e celebrada versão. 1
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