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Arquivo de January 2017

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Os intérpretes de «Porto de Abrigo»

 

Intérpretes Elisa Carreira - Sónia Virgínia Soler - Rosa Graça Maria - Maria da Graça Maria Emília Vilas - Senhora Marta Barreto Poeira - Tenente Dolle Igrejas Caeiro - Jorge Óscar de Lemos - António Alcobia Santos - Olga e ainda: António de Sousa; Patrício Álvares; Jaime Zenóglio; Celestino Soares... Realização - Adolfo Coelho Produção - Lisboa Filme Argumento - Adolfo Coelho Fotografia - Salazar Diniz Música - Jaime Silva Filho Duração aproximada: 87 mn. P/B Ano de produção: 1940

 

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O argumento de «Porto de Abrigo»

Argumento: Sónia, uma aventureira, refugia-se em Portugal. A paz e a doçura contagiam-na deixando-se cativar. Chega a pensar que poderá encontrar aqui a calma e, até, o amor. Mas a trama em que se envolvera, respeitando à invenção duma perigosa arma secreta, o raio da morte, cuja posse é disputada por duas potências inimigas, forçam-na a seguir o seu destino, incompatível com a felicidade da nossa gente.  
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«Porto de Abrigo» o primeiro filme da Lisboa Filme

Primeira produção de grande metragem da Lisboa Filme, que até aí se limitara a alugar as suas instalações aos produtores independentes, orientação que, mais ou menos, continuaria depois a seguir, Porto de Abrigo, que teve António Salazar Dinis como operador, Mário Costa como decorador e Jaime Silva Filho e António Melo como autores da música e das canções, incluía na distribuição os nomes de Barreto Poeira, Elisa Carreira, Igrejas Caeiro, Graça Maria, uma jovem que se estreava no cinema, Óscar de Lemos e Patrício Álvares. Teve a sua estreia no Tivoli, a 27 de janeiro de 1941.
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«Porto de Abrigo» em clima de espionagem

 

Escritor conquistado pelos assuntos de ambiente de espionagem e de temas internacionais, em que a sua obra literária é pródiga, não custa a crer que, ao ser-lhe cometido o encargo da direção de um filme de fundo, a sua predileção por tais assuntos levasse Adolfo Coelho a escolher e a escrever um argumento desse tipo. E assim, nasceu Porto de Abrigo, a que o clima de guerra que então o mundo vivia, e que no argumento aflorava, contribuía para mais acentuar ainda o seu carácter de atualidade.  
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Adolfo Coelho - o realizador de «Porto de Abrigo»

 

O filme «Porto de Abrigo» é realizado por um homem que no domínio da curta metragem ocupava já um lugar bem à parte, tal a atividade empreendida, nesse campo, através duma repartição do Estado, a Direção Geral dos Serviços Agrícolas, onde a partir de 1929, o seu nome aparece a assinar a realização de filmes com nítido caracter de especialização.

 

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«Porto de Abrigo» o primeiro filme de espionagem português

 

 

Adolfo Coelho foi um importante escritor de obras de mistério, policiais e espionagem, universo esse que esteve na origem da sua única longa-metragem de ficção, PORTO DE ABRIGO, realizada em 1940 e estreada no início de 1941, intriga internacional desenrolada em Lisboa, que tinha a Segunda Guerra Mundial como pano de fundo. Mas a carreira cinematográfica de Adolfo Coelho decorreu sobretudo no campo do documentário e, especificamente, no filme de temática agrícola, género de que foi o mais importante e prolixo realizador em Portugal. Funcionário do Ministério da Agricultura, fundou e dirigiu a partir de 1929 os Serviços Cinematográficos do mesmo ministério (um dos organismos cinematográficos do Estado de maior longevidade), para os quais realizou dezenas de documentários nas décadas de trinta e quarenta. Esses documentários tinham como objectivo alertar os agricultores para as melhores práticas agrícolas, ao mesmo tempo que estimulavam os consumidores a comprar preferencialmente produtos agro-pecuários portugueses. Este seria o único exemplo de um filme de espionagem no cinema português.  
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Distribuição do elenco de «Os Fidalgos da Casa Mourisca»

4Intérpretes: Maria Castelar - Berta / Tomás de Macedo - Jorge / Teresa Casal - Gabriela / Eduardo Fernandes - Maurício / Henrique de Albuquerque - D. Luís / João Lopes - Tomé da Póvoa / Emília de Oliveira - Ti Ana do Vedor / Gabriel Lopes - Frei Januário / Antónia de Sousa - Luísa / Henrique Campos - Clemente e ainda: Vital dos Santos; Silvestre Alegrim; Aurélio Ribeiro; Regina Montenegro... Realização - Arthur Duarte / Produção - Continental filmes / Fotografia - Aquilino Mendes e Isy Goldberger / Música - Júlio da Conceição Almada e René Bohet. Curiosidades: Adaptação da obra de Júlio Diniz / Duração aproximada: 115 mn. P/B /Ano de produção: 1938 5
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O elenco de «Os Fidalgos da Casa Mourisca»

2 No entanto Arthur Duarte decidiu dar um ar de modernidade ao seu filme, por isso, embora se mantenha fiel ao romance que é passado no século XIX, as personagens são adaptadas ao ano de 1937. O filme contava no seu elenco com Henrique de Albuquerque, em D. Luís, Teresa Casal que na altura era esposa de Arthur Duarte, e que com este filme se estreava como atriz cinematográfica, vivia o papel de Gabriela, Eduardo Fernandes em Maurício, Maria Castelar, que depois de «As Pupilas do Sr. Reitor» e de «Bocage» voltava ao cinema, no papel de Berta, Tomás de Macedo em Jorge e ainda Emília de Oliveira, João Lopes, Vital dos santos, Silvestre Alegrim entre outros. Como curiosidade neste filme estreava-se no cinema como ator, Henrique de Campos, que mais tarde se tornaria realizador de cinema. De novo Isy Goldberger, desta vez com a colaboração de Aquilino Mendes, foi o diretor de fotografia daquele filme português. Estreou-se no Ódeon, a 22 de Junho de 1938. 3
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«Os Fidalgos da Casa Mourisca» numa versão moderna para o cinema

57 Arthur Duarte, profissional português que durante longos anos exercera fora da sua terra, variada atividade no cinema, quer no campo da interpretação quer no sector técnico, enceta neste ano, e no nosso país, a carreira de diretor de filmes. Tal como Chianca de Garcia, coincidência que não deixa de ser curiosa, Arthur Duarte vai, da mesma forma, buscar a uma obra de que o cinema mudo se havia já ocupado, o assunto do seu filme, o conhecidíssimo romance de Júlio Dinis «Os Fidalgos da Casa Mourisca», e de que a mesma Invicta Filmes fizera, igualmente, e dezanove anos antes, uma primeira e celebrada versão. 1
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Programa do filme «A Canção da Terra»

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