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Arquivo de June 2016

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Vasco Santana regressa ao cinema com «O Pai Tirano»

 

Vasco Santana esteve 8 anos longe dos ecrãs de cinema, não porque não fosse talentoso, mas sim porque a sua grande paixão era pelo teatro. Assim, ele regressa ao cinema com um papel à sua altura, o do Mestre Santana, de dia caixeiro do Grandela, e de noite encenador de um grupo de teatro amador, os grandelinhas, onde treinam a nova peça "O Pai Tirano, ou os últimos dos Almeida". As cenas em que Vasco Santana entra, não podiam ser mais hilariantes, a crítica e o público rendia-se ao seu enorme talento. É graças a estes filmes que as gerações actuais podem ver o que era um grande actor.
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Distribuição do elenco de «O Pai Tirano»

Intérpretes: Vasco Santana - José Santana; Ribeirinho - Francisco Mega; Leonor Maia - Tatão; Graça Maria - Gracinha; Teresa Gomes - Teresa; Luísa Durão - D. Cândida; Barroso Lopes - Lopes; Armando Machado - Machado; Emília de Oliveira - D. Emília; Arthur Duarte - Artur de Castro; Laura Alves - Laura; Nelly Esteves - Júlia; Seixas Pereira - Seixas; Reginaldo Duarte - Pinto e ainda: Idalina de Oliveira; Joaquim Prata; João Villaret; Eliezer Kamenesky; Sofia Santos; Henrique de Albuquerque... Realização - António Lopes Ribeiro Produção - António Lopes Ribeiro Diálogos - Vasco Santana, Ribeirinho e António Lopes Ribeiro Fotografia - J. César Sá Música - Fernando de Carvalho e Raul Portela

 

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O argumento de «O Pai Tirano»

ARGUMENTO: Tudo está a postos para representação do Grupo de Teatro do Armazém do Grandela, "os Grandelinhas", com a peça "O Pai Tirano". Chico Mega, um caixeiro do Armazém, descobre que a sua amada, Tatão, empregada na perfumaria da Moda, está a voltar a sua atenção para outro homem, Artur de Castro. Quando Chico tenta ganhar de novo o amor de Tatão, uma série de equívocos entre a sua personagem e a vida real leva a um fabuloso jogo de duplos sentidos e primorosos diálogos numa comédia inesquecível.
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O argumento de «Pão Nosso»

 

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Argumento: Um casal distinto e viajado, vai viver para uma herdade no Alentejo, que adquiriu casualmente, para recuperar duma vida vazia sem atrativos. Aí, António de Figueiredo tem um incidente com uma jovem ceifeira, Teresa, cujo equívoco alimenta a vingança do marido, Joaquim, um camponês que eventualmente salvará a mulher de António, Maria Isabel, das garras de Jorge Meneses, um sedutor amigo da casa.

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Distribuição artística do filme «Pão Nosso»

 

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Intérpretes: Leonor D'Eça - Maria Isabel / António de Sousa - António Figueiredo / Paiva Raposo - Joaquim / Selénio Calheiros - Jorge Meneses / Luísa Melanie - Teresa e ainda: Silvestre Alegrim; Emília de Oliveira; Carlos Flores; Mariana Alves; Carlos Alves; Henrique Campos... Realização - Armando de Miranda / Produção - Hamílcar da Costa / Fotografia - Salazar Diniz / Música - Jaime Mendes / Curiosidades: Baseado na obra de Gentil Marques e Leão Penedo. Duração aproximada: 94 mn. P/B Ano de produção: 1940

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Curiosidades sobre o filme «Pão Nosso»

 

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Curiosidades: Este filme chegou até aos nossos dias incompleto e sem som. O filme era ambientado no Alentejo, terra natal do realizador e tinha argumento de Gentil Marques e Leão Penedo. O filme começou a ser produzido em 1938, mas algumas dificuldades técnicas atrasaram as filmagens e o filme só ficou pronto em 1940.

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Os intérpretes de «Pão Nosso»

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Do elenco faziam parte Leonor D’Eça, António de Sousa, Luísa Melanie, que se estreava, Paiva Raposo, Selénio Calheiros, Silvestre Alegrim, Emília de Oliveira, Carlos Alves e Ricardo Malheiro, tendo algumas das numerosas canções que o filme incluía sido interpretadas por Mariana Alves, Luís Piçarra e António Vilar. Estreia-se no Éden, a 12 de junho de 1940.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império» – continuação

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De chegada a Lisboa, Luís tem como cicerone um motorista de táxi, Chico do Austin, papel que coube ao grande actor que foi Ribeirinho, que o leva numa visita guiada por Lisboa. Mas, para Luís tudo é entediante, até o fado é encarado por ele como uma canção menor. Após essa visita, parte então para África. Aí hospeda-se em casa de um tio afastado, Alberto, papel interpretado pelo também grande António Silva, que tem neste filme o papel de um caçador fanfarrão e de um simpático oportunista.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império» - continuação

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Nas fotos em cima pode-se ver os pais de Luís a convence-lo a visitar Portugal e as antigas colónias, na esperança de que o filho mude de ideias quanto á naturalização como americano.

Nas fotos de baixo já se vê Luís chegado a Lisboa a visitar a capital de seu país. Um dos locais escolhidos por seu cicerone é uma casa de fados.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império»

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(Foto 1 e Foto 2 - Alves da Cunha e ator figurante)

Alves da Cunha, vive neste filme o papel de Francisco Morais, português que migrou quando jovem para os E.U.A a aí fez grande fortuna, ao abrir uma empresa em Bóston, cidade onde reside. Apesar de viver já há muitos anos na América, continua a sonhar com o seu Portugal. Por isso, sente-se desiludido com o seu filho, Luís Morais, magnificamente interpretado por Luís de Campos, que tem neste filme o papel de protagonista, por este decidir naturalizar-se americano. Uma das razões que o levam a isso, é o facto de ele estar noivo de uma jovem americana, Fay Gordon, papel que trás novamente ao cinema a bela Madalena Sotto. No papel de mãe de Luís, Dona Emília de Morais, volta a doce e terna Emília de Oliveira. Os pais de Luís decidem então enviá-lo numa visita a Lisboa e às nossas então colónias em África.

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(Foto 3 - Alves da Cunha e Foto 4 - Emília de Oliveira e Alves da Cunha)

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