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Cinema Sonoro

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Os intérpretes de «Pão Nosso»

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Do elenco faziam parte Leonor D’Eça, António de Sousa, Luísa Melanie, que se estreava, Paiva Raposo, Selénio Calheiros, Silvestre Alegrim, Emília de Oliveira, Carlos Alves e Ricardo Malheiro, tendo algumas das numerosas canções que o filme incluía sido interpretadas por Mariana Alves, Luís Piçarra e António Vilar. Estreia-se no Éden, a 12 de junho de 1940.

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«Pão Nosso» marca a estreia de Armando de Miranda na realização

 

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Armando de Miranda, que assinara já a realização de alguns documentários, faz este ano, com «Pão Nosso», a sua estreia no campo da realização de filmes de fundo. Baseado no romance homónimo de Gentil Marques e Leão Penedo, e com a ação localizada no Alentejo, «Pão Nosso» tem como autor da planificação e dos diálogos o próprio realizador. A fotografia é de Salazar Dinis, com a colaboração, em vários exteriores, de César de Sá. Jaime Mendes é o autor da música e a António Vilar, assistente-geral do filme, cabem ainda a autoria dos “décors” e os trabalhos de caraterização. A montagem pertence a Armando de Miranda e a Sousa Santos, assistidos por Regina Fróis.  
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O fado está também presente no filme «O Feitiço do Império»

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(Foto 1 Berta Cardoso e Foto 2 Alfredo Marceneiro)

Como curiosidade, neste filme pode-se ver a fadista Berta Cardoso com Alfredo Marceneiro em atuações no Teatro Variedades e no Retiro do Colete Encarnado, que foram especialmente gravadas para posteriormente serem apresentadas no filme "Feitiço do Império", de António Lopes Ribeiro.

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(Foto 3 Luís de Campos e um ator figurante, Foto 4 Luís de Campos e Isabel Tovar numa pausa das filmagens)

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Considerações sobre o filme «O Feitiço do Império»

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O argumento, da autoria de António Lopes Ribeiro, foi baseado num texto, muito diferente, de Joaquim Mota Júnior, vencedor de um concurso realizado pela Agência-Geral das Colónias para o efeito. Lopes Ribeiro considerou "O Feitiço do Império" como a sua melhor película sobre a África portuguesa. Estreou comercialmente no cinema Éden, em 23 de Maio de 1940, com a presença do Presidente da República. Apenas está conservada (Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema) a banda de imagem.

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«O Feitiço do Império» filme de António Lopes Ribeiro

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O êxito do filme deveu-se em muito ao portentoso elenco que o compunha, repleto de figuras de artistas que haviam já granjeado o fervor e o entusiasmo de espectador graças às suas criações que os haviam firmado como intérpretes de primeira no teatro, fosse no declamado ou no de revista.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império» – continuação

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É então tratado pela filha de Vitorino, Mariazinha, papel que coube a uma jovem de nome Isabela Boleda da Mota, que adota o nome artístico de Isabela Tovar, e que após este filme abandona a vida artística. Luís acaba por apaixonar-se pela sua enfermeira, e é durante a sua convalescença que Luís será apanhado pelo Feitiço do Império. Entravam também neste filme em pequenos papéis, Alfredo Ruas, Amélia Pereira, Teodósio Cabral, António Martinez e António Vilar, que dava os seus primeiros passos, como ator, e que acabaria por se tornar mais tarde de o mais internacional dos atores portugueses.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império» – continuação

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Conhece então Vitorino, papel que coube a Estêvão Amarante, colono já calejado e bem integrado em terras Africanas, bem como à sua filha. É precisamente numa caçada que Luís participa com Vitorino, que é ferido por um ataque de um leão.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império» – continuação

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De chegada a Lisboa, Luís tem como cicerone um motorista de táxi, Chico do Austin, papel que coube ao grande actor que foi Ribeirinho, que o leva numa visita guiada por Lisboa. Mas, para Luís tudo é entediante, até o fado é encarado por ele como uma canção menor. Após essa visita, parte então para África. Aí hospeda-se em casa de um tio afastado, Alberto, papel interpretado pelo também grande António Silva, que tem neste filme o papel de um caçador fanfarrão e de um simpático oportunista.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império» - continuação

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Nas fotos em cima pode-se ver os pais de Luís a convence-lo a visitar Portugal e as antigas colónias, na esperança de que o filho mude de ideias quanto á naturalização como americano.

Nas fotos de baixo já se vê Luís chegado a Lisboa a visitar a capital de seu país. Um dos locais escolhidos por seu cicerone é uma casa de fados.

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O argumento do filme «O Feitiço do Império»

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(Foto 1 e Foto 2 - Alves da Cunha e ator figurante)

Alves da Cunha, vive neste filme o papel de Francisco Morais, português que migrou quando jovem para os E.U.A a aí fez grande fortuna, ao abrir uma empresa em Bóston, cidade onde reside. Apesar de viver já há muitos anos na América, continua a sonhar com o seu Portugal. Por isso, sente-se desiludido com o seu filho, Luís Morais, magnificamente interpretado por Luís de Campos, que tem neste filme o papel de protagonista, por este decidir naturalizar-se americano. Uma das razões que o levam a isso, é o facto de ele estar noivo de uma jovem americana, Fay Gordon, papel que trás novamente ao cinema a bela Madalena Sotto. No papel de mãe de Luís, Dona Emília de Morais, volta a doce e terna Emília de Oliveira. Os pais de Luís decidem então enviá-lo numa visita a Lisboa e às nossas então colónias em África.

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(Foto 3 - Alves da Cunha e Foto 4 - Emília de Oliveira e Alves da Cunha)

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